sexta-feira, 20 de março de 2026

Espírito Santo

 


Espírito Santo

Ele já estava em mim, e eu O sentia.
Falei d’Ele e gritei por Ele.

Aquele sentimento quente balançava a minha alma, fazia tremer o meu coração. Ao som da minha própria voz, eu ouvia o nome d’Ele soar. A solidão da minha voz era como um clamor, um pedido de misericórdia.

Era algo subjetivo ao lugar e às companhias que estavam comigo naquele momento. Foi uma inspiração e, ao mesmo tempo, uma necessidade. Uma força, uma conexão inesperada que me arrepiava e me fazia cantar o Seu nome, para sentir um pouco mais daquele instante.

Não sei bem o que foi nem o porquê, mas sei que foi ali, naquela hora. E sei que foi bom e necessário para mim. Não sei o que viria depois dali, mas sei que as horas passaram e, ainda agora, consigo sentir, lembrar e descrever o que foi o que senti, o que vivi, e o quanto aquilo me fez bem.

Por: Robert Campista

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