Ele já estava em mim, e eu O sentia.
Falei d’Ele e gritei por Ele.
Aquele sentimento quente balançava a minha alma, fazia tremer o meu coração.
Ao som da minha própria voz, eu ouvia o nome d’Ele soar. A solidão da minha voz
era como um clamor, um pedido de misericórdia.
Era algo subjetivo ao lugar e às companhias que estavam comigo naquele
momento. Foi uma inspiração e, ao mesmo tempo, uma necessidade. Uma força, uma
conexão inesperada que me arrepiava e me fazia cantar o Seu nome, para sentir
um pouco mais daquele instante.
Não sei bem o que foi nem o porquê, mas sei que foi ali, naquela hora. E sei
que foi bom e necessário para mim. Não sei o que viria depois dali, mas sei que
as horas passaram e, ainda agora, consigo sentir, lembrar e descrever o que foi
o que senti, o que vivi, e o quanto aquilo me fez bem.
Por: Robert Campista

Nenhum comentário:
Postar um comentário